Dicas
Limpeza do Mouse – Manutenção de Computadores
Os mouses antigos chamados de track ball que utilizam uma esfera que fica na parte de baixo no mouse, frequentemente sofre com problemas causados por sujeira que impedem que seus rolamentos funcionem como deveriam, esse mouses ainda funcionam mecanicamente, registrando os movimentos através de rolamentos e os transforma em sinais digitais que são identificados pelo Sistema Operacional.
A sujeira acumula-se nos rolamentos quando são carregadas pela esfera que fica exposta, esta sujeira vai se acumulando nos rolamentos que dependendo da quantidade de resíduos não conseguem mais se movimentar como deveriam.
Neste caso seria necessário uma limpeza interna para que tudo volte ao normal, para fazer isso pegue seu mouse e retire a tampa que fica na parte de baixo segurando a esfera de borracha.
Rotacione de acordo com o lado indicado na parte traseira, geralmente este lado é para a direita, veja na imagem abaixo o detalhe da seta indicando o lado correto.
Verifique que dentro do local onde se encontrava a esfera existem dois pequenos rolamentos, utilize um pequeno palito para retirar a sujeira acumulada, pode se utilizar também uma tampa de caneta.
Agora feche seu mouse e ele estará pronto para ser utilizado novamente.
Qual Deve Ser a Autonomia Ideal de Uma Bateria?
Autor: Gabriel Torres Data: 14 de novembro de 2008 – 15:24 H
Quando os primeiros telefones celulares apareceram no mercado era preciso ter uma bateria do tamanho de uma mala 007 caso você quisesse ter mais de meia hora de conversa telefônica. Felizmente a tecnologia evoluiu e hoje isto não acontece mais (meu telefone celular Samsung “Pai de Santo” fica quase cinco dias sem precisar carregar). A boa notícia é que os notebooks estão caminhando na mesma direção.
O objetivo do departamento de pesquisa e desenvolvimento da Intel é desenvolver um notebook de tamanho padrão equipado com uma bateria que dure pelo menos oito horas de trabalho intenso. Este “número mágico” parte do fato de que uma pessoa comum trabalha oito horas por dia. Claro que quanto maior a autonomia da bateria, melhor.
Algumas pessoas acreditam que para ter uma bateria com longa duração você precisa adicionar uma bateria grande e pesada. Felizmente isto nem sempre é verdade. Claro que o desenvolvimento de novas tecnologias de bateria provavelmente resolverá o problema, mas a redução no consumo de energia certamente ajudará tanto ou quanto a descoberta de uma nova tecnologia de bateria.
Considere o Pentium M (isto é, a plataforma Centrino). Desde o seu lançamento os notebooks com baterias com autonomia de quatro horas se tornaram uma realidade. Mas para conseguir isso você não pode assistir filmes em DVD, você tem de diminuir o brilho da tela e configurá-la para desligar após um minuto de inatividade, você tem de colocar o processador para rodar com um clock menor, etc.
Portanto você pode obter uma maior autonomia da bateria escolhendo os componentes certos (ou seja, os componentes que consomem menos) e configurar o seu notebook corretamente.
Mas nós queremos mais. Nós queremos trabalhar com o notebook em sua capacidade total. Segundo a Intel a autonomia da bateria de um notebook baseado na tecnologia Centrino 2 é de apenas 140 minutos (duas horas e vinte minutos) quando está rodando filmes Blu-Ray. Isto mostra que ainda há um longo caminho pela frente até chegarmos à tal autonomia de oito horas.
Eu ficaria feliz se pudesse ter um notebook com bateria que desse para assistir pelo menos dois filmes completos. Digo isso por causa das minhas viagens de avião. Vôos com duração de duas horas ou menos ainda vai, mas passou disso já vira um tédio sem noção. Se eu conseguisse assistir pelo menos dois filmes certamente minhas viagens longas não seriam tão tediosas. Claro que teria que ser filmes Blu-Ray, já que é a tecnologia mais moderna disponível hoje.
Adicionar uma bateria maior e mais pesada está fora de cogitação para mim. Como mencionei anteriormente, eu carrego meu notebook para cobrir feiras e por isso ele deve ser leve, caso contrário no final do dia minhas costas e ombros estariam como se eu tivesse carregado um saco de pedras o dia inteiro. Comprar uma bateria extra? Eu realmente nunca pensei na possibilidade. Mais peso na mochila? Nem pensar. Apesar de esta poder ser uma solução para as pessoas que trabalham na rua (por exemplo, se eu fosse um vendedor externo certamente teria uma opinião diferente e certamente até mesmo baterias maiores e mais pesadas resolveriam o meu problema).
Atualmente o que faço durante vôos é configurar meu notebook para consumir menos, assistir apenas a um filme, brinco com jogos antigos tais como Tetris ou Mah Jong e rezo para que a bateria acabe o mais perto possível do meu destino.
Tutorial: 10 dicas para comprar um computador novo
Julio Preuss – 02/08/2006 – 15:06
A hora de comprar um novo computador é um verdadeiro dilema pra muita gente. Pensando nisso, preparamos um tutorial com 10 dicas para você comprar a sua máquina nova. Confira!
Montar ou comprar pronto?
Alguns optam por montar o computador porque acham (erroneamente) que ele sairá mais barato. Outros, mais conscientes, o fazem para ter controle total sobre a qualidade de cada pecinha – o resultado compensa. Mas a maioria das pessoas acaba mesmo comprando o micro pronto, ou de um grande integrador com marca famosa, ou de uma lojinha ou estande de shopping de informática.
Seja qual for o seu caso, escolher os componentes mais adequados às suas necessidades e que permitirão que seu micro novo o acompanhe por mais tempo é fundamental. Em muitos casos, a melhor opção pode ser partir de um computador “pronto”, “de marca” – de preferência beneficiado pelos incentivos fiscais do Governo – e dar uma incrementada nele, por conta própria o com a ajuda de um técnico.
Escolha seu time do coração
Intel ou AMD? O processador deve ser uma das primeiras decisões de quem vai comprar um computador novo, pois dela depende a escolha de outros componentes, como a placa-mãe e a memória. E, atualmente, é uma discussão quase religiosa: não perca tempo tentando convencer os fãs de uma marca de que a outra é melhor – corre o risco de você ganhar um inimigo.
Se você é ateu, saiba que hoje (meados de 2006) a AMD está dando as cartas no segmento de alto desempenho com seus Athlon 64 e X2, superiores aos rivais Pentium 4 e Pentium D, mas espera-se que a Intel vire o jogo nos próximos meses, com os processadores Core Solo e Duo da geração apelidada de Conroe. No segmento popular, o Sempron, da AMD, costuma ser mais poderoso que o Celeron, da Intel, mas para ter um PC de primeira a recomendação é fugir dos dois.
A placa que é uma mãe
Ela é a base de todo o seu sistema e incorpora cada vez mais funções que antigamente dependiam de componentes dedicados. Naturalmente, a placa-mãe precisa ser compatível com o processador: procurando por modelos com o mesmo soquete do chip escolhido para a sua máquina – 478 e LGA 775, no caso dos processadores Intel, e 754 ou 939, para AMD – e verifique nas especificações se o se chip é suportado.
Este também é o momento de evitar tecnologias decadentes, como o AGP para placas de vídeo e o IDE para discos rígidos – escolha uma placa-mãe com suporte a PCI Express e Serial ATA (SATA), mesmo que você não pretenda usar estes recursos de imediato. E saiba que “on-board” não é mais palavrão: placas que incorporam som e rede já são padrão. As com vídeo integrado não servem para jogos, mas dão conta de aplicações de escritório e Iternet com tranqüilidade.
Memória de elefante
Se o processador não for um Intel de última geração e pedir a nova DDR2, que a AMD ainda está para adotar, sua memória RAM provavelmente será do padrão DDR. A dica, então, é comprar marcas conhecidas, como Kingston, Corsair e OCZ, e o máximo que der. Ter 1 GB de memória já está virando lugar comum, com 2 GB representando uma opção melhor para games ou aplicações gráficas. Mais que isso é besteira.
A maioria dos sistemas atuais pode trabalhar com memórias aos pares, operando em modo Dual-Channel para aumentar a velocidade de transferência de dados. Para isso, é necessário comprar os módulos de memória aos pares – do mesmo modelo e lote de produção. Dois de 512 MB para ter 1 GB, 4 de 512MB (se a placa-mãe tiver quatro slots) ou dois de 1 GB para chegar aos 2 GB. Evite os módulos de 256MB, que limitam a expansão e têm pouco valor de revenda quando você decidir fazer um upgrade.
Espaço de sobra
O disco rígido – HD, para os íntimos – é onde o computador armazena seus arquivos e programas. O preço por gigabyte caiu tanto que sugerimos pensar logo acima dos 100 GB – partindo para os 200 GB se você tem muitas músicas, vídeos ou fotos digitais. Os de padrão IDE ainda são os mais comuns, mas se a placa-mãe permitir, é melhor pagar um pouquinho mais por um Serial ATA (SATA), que é para onde vai a tecnologia.
É importante saber, também, que capacidade não é tudo na escolha do HD – eles também influenciam na velocidade do computador. Por conta disso, nada de comprar discos de 5400 RPM – o melhor é exigir um de 7.200 RPM, bem mais rápido, ou os raríssimos modelos de 10.000 RPM, se estiver sobrando dinheiro. Fique de olho também no tamanho do cache, a memória interna que o HD usa para acelerar a transferência de dados – procure modelos com 8 ou 16 MB.
Vídeo dedicado é para jogos
A não ser pelo Google Earth, pela interface Aero, do futuro Windows Vista (confira nosso teste do beta 2) e programas de engenharia e arquitetura, quase nenhuma aplicação séria requer aceleração 3D ou mais de 16 MB de memória de vídeo. Sendo assim, a escolha da placa de vídeo só é realmente importante para quem pretende usar o computador para games – do contrário, o vídeo on-board dá conta do recado. Para os gamers, porém, trata-se do componente mais importante (e caro) do sistema.
A escolha começa pelo duelo ATI vs. nVidia e os modelos são tantos e mudam tão rápido que não dá para fazer recomendações muito específicas. Saiba, apenas, que os jogos atuais já pedem 128 MB de memória e o recurso Hardware Texture & Lighting (HT&L) e que, freqüentemente, o modelo “top” de uma geração é muito melhor que o básico da série seguinte – cuidado para não ser enganado pelos números. Ah, e o padrão deve ser o que a placa-mãe suporta – AGP ou PCI Express.
Drives de mídia removível não têm mistérios
Hoje em dia já se pode abrir mão do drive de disquetes sem medo, mas na hora de escolher a unidade ótica – aquela dos CDs e DVDs – não faz sentido economizar. Com os preços atuais, um gravador de DVDs de dupla camada (double layer) custa tão pouco a mais que um reles leitor de CDs que o melhor é partir logo para o equipamento mais completo, capaz de atender a todas as suas necessidades de leitura e gravação. Quanto às novas tecnologias, HD-DVD e BlueRay, achamos melhor esperar o mercado eleger o padrão de fato e os preços recuarem.
Se você é fã de fotografia digital ou costuma usar aparelhos portáteis com cartões de memória removíveis, pode ser interessante equipar o computador com um leitor para eles. Algumas placas-mãe trazem leitores tudo-em-um como bônus, mas também é possível comprá-los separadamente, seja como acessório externo, seja como módulo para instalação no painel frontal do micro.
Muito mais que um corpinho bonito
Se o espaço na mesa não for um problema, o gabinete que abrigará seu computador deve ser amplo, para facilitar a montagem e o fluxo de ar, e funcional – encaixes para ventoinhas, bandeja para placa-mãe e gaiolas removíveis para os HDs e tampa lateral presa por parafusos “thumbscrew”, que dispensam ferramentas, são algumas coisas que garantem conforto na montagem e manutenção.
Conectores USB e de áudio frontais, desde que a placa-mãe tenha onde ligá-los, também ajudam bastante. Se puder ser bonito e tiver uma janela de acrílico na lateral para todos admirarem sua obra de arte, melhor, mas isso é o de menos. Para os mais abonados, investir em um gabinete de alumínio, bem mais leve e imune a corrosão, pode ser uma boa idéia.
Fonte de energia – e de problemas
Aquela caixinha que muitas vezes vem junto com o gabinete e à qual a maioria das pessoas não dá atenção é mais importante do que se imagina. É dali que sai a energia para todo o computador – uma fonte de má qualidade pode provocar instabilidade e até a queima de componentes, o que sairá mais caro do que comprar logo um modelo decente, que lhe dará tranquilidade por vários anos.
Recomenda-se escolher uma fonte com boa potência, na casa dos 400W, para suportar discos adicionais e placas de vídeo esbanjadoras, e pesquisar a reputação da marca antes de comprar. Algumas simplesmente divulgam uma potência muito mais alta do que a real ou são tão vagabundas que se queimam em menos de um ano e podem levar outros componentes junto. Avaliar o peso e a qualidade do acabamento também ajuda.
Cabeça fria é fundamental
A temperatura dos PCs ganhou tanta atenção nos últimos tempos que os aficionados já deram até para apelar à refrigeração líquida – os chamados watercoolers – para esfriar seus computadores. Não precisamos chegar a tanto, mas um cooler (composto pelo dissipador de calor e uma ventoinha) de boa qualidade devidamente instalado no processador, com pasta térmica ou um elastômero para garantir a boa transferência de calor, é essencial para a estabilidade da máquina.
A ventilação interna do gabinete é outro ponto crucial. O ar precisa entrar pela parte de baixo, se possível com a ajuda de uma ventoinha frontal protegida por um filtro de ar, e sair pelo alto, geralmente sugado por uma ou duas ventoinhas da fonte de alimentação. Mais ventiladores jogando ar pra dentro, em baixo, e para fora, em cima, podem ajudar, mas não exagere para não deixar o computador barulhento como um 747. Mais importante é organizar bem os cabos internos para que não atrapalhem a circulação.
Como desfragmentar o HD – Dicas de computadores
Se você nunca ouviu falar no desfragmentador e o seu computador anda mais mole que chocolate no mês de Janeiro, fique sabendo que este pode ser o motivo dessa lerdeza toda.
Mas o que é o desfragmentador?
É um utilitário que vem com o Windows e que é responsável de organizar os arquivos gravados em qualquer tipo de estoragem de dados que seja possivel gravar e regravar dados.
Antes de entendermos como funciona o desfragmentador, temos que entender um pouco de como um disco rígido funciona.
Um disco rígido é um meio de armazenamento de dados não volátil, isso que dizer que seus dados não se perdem quando o suprimento de energia é cortado. Ele armazena os dados em discos magnetizados chamados platters, estes discos giram sobre um eixo movido por um motor especial, para fazer a leitura é utilizado cabeçotes, os dados são gravados em código binário o qual na informática é representado pelos sinais de + e – ou 1 e 0.
Para que tenhamos uma idéia melhor, basta imaginar o funcionamento de um toca discos, no qual o disco de vinil seria os platters e a agulha seria o cabeçote de leitura.
Agora imagine que você tenha vários arquivos de tamanhos diferentes gravados no HD os quais seriam representados pelos sinais de positivo e negativo, e imagine que estes arquivos estejam armazenados no disco rígido da seguinte forma.
fotocarrofotopraiaprogramagameprogramaeditor
documentolista1documentolista2
Agora imagine que tenha que deletar o arquivo
fotopraia que tem 9 caracteres
fotocarro programagameprogramaeditor
documentolista1documentolista2
Repare que ficou um espaço aberto bem no meio, agora imagine que tenha que salvar um arquivo chamado documentoimportante que possui 17 caracteres
fotocarrodocumentoprogramagameprogramaeditor
documentolista1documentolista2importante
Uma parte do arquivo foi gravado no primeiro espaço que ele achou e o resto no próximo espaço, isso é um arquivo fragmentado. Quando esse arquivo for pedido o cabeçote de leitura terá que ler a primeira parte e depois a segunda de um mesmo arquivo. Todo o tempo que o computador esta ligado, vários arquivos estão sendo criados e apagados de uma forma ou outra, com o tempo o HD vai ficando lento pois o cabeçote tem que pegar pertes de um mesmo arquivos em vários lugares diferentes, o desfragmentador faz com que estes arquivos sejam postos de forma continua agilizando a leitura dos mesmos.
Mas é claro que não precisa ficar desfragmentando o HD todos os dias, uma ou duas vezes por mês já é o suficiente dependendo de como o computador é utilizado, para acessar o desfragmentador vá em Iniciar/programas/acessórios/ferramentas de sistema/desfragmentador
Limpeza de cookies- Dicas de computadores
Os cookies são pequenos arquivos de texto que são gravados no computador do usuário quando visita a maioria dos sites. Eles são utilizados para guardar informações sobre o visitante. É amplamente utilizado em lojas virtuais, imagine que um internalta seleciona vários produtos, porém antes de fechar a compra sai do site por algum motivo, quando retornar, o site pode buscar no cookie informações sobre sua lista de desejo, bastando assim que o cliente finalize sua compra, retire ou adicione mais ítens a lista.
Também é utilizado pelos sites por vários outros fins como: colher informações sobre os caminhos percorridos no site, sites visitados anteriormente, ultima visita entre outros.
Teóricamente nenhum site armazena dados confidenciais nos cookies ( como número de cartões de crédito, senhas ), mas como os cookies ficam armazenados no computador do usuário, sites e até programas específicos podem acessar tais cookies comprometendo a privacidade do usuário.
Com o pasar do tempo, depois de muitos sites visitados seu disco rígido vai ficando cheio de cookies, acarretando perda de desempenho, ocupação de espaço no disco e até problemas no sistema.
A solução seria bloquear tais cookies, mas não é tão simples assim, alguns sites exigem que seu computador esteja apto para receber cookies em consequência você pode não conseguir acessar todo o conteúdo. Mas então o que fazer?
A solução mais viável seria configurar o navegador para que aceite somente cookies considerados confiáveis e excluir todos os cookies de tempos em tempos.
Para fazer isso abra seu navegador e no menu que fica na parte superior clique em Ferramentas e em seguida Opções da internet. No menu que se abre clique no botão Excluir cookies… e de OK, agora vamos configurar o nível aceitável para os cookies.
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